sábado, 14 de agosto de 2010

Um momento chamado sempre...

É pouco comparado a quantidade de vezes que eu penso em você, que eu queria estar do seu lado, que eu sequer menciono o seu nome, comparado a quantidade de vezes que meu coração bate acelerado quando você está por perto, borboletas na barriga, suor frio, tremor nas pernas, e todo aquele cliché de quando se está apaixonado, não é nada equiparado ao que eu realmente sinto por você. Lembranças não tão velhas, memórias em escalas cinza, recordações felizes, pensamentos reconfortantes, até em sonhos encantados, melados com doçura, fantasiosos como em um conto de fadas você aparece; mesmo que eu pudesse tirar você da minha cabeça, não tiraria, minha mente é um conforto, um abrigo pra nós dois, mesmo que um dia eu perdesse todas as configurações da minha memória, você ainda estaria no meu coração, é na minha mente que eu encontro forças, porque na realidade é tudo tão diferente, ter você por perto sem poder te tocar, te abraçar, te beijar, é uma tortura, quando eu sinto que finalmente estou chegando perto, faltando pouco, para nossas mãos nos atarem, eu sinto você se afastando, até sumir do meu campo de visão; até mesmo meu próprio cerébro anda me pregando peças, quando estou conversando, ou discutindo sobre qualquer assunto, ele faz uma ligação com a sua imagem, e o meu raciocínio trava, acho que meu subconsciente está programado pra pensar em você de segundo a segundo, minhas amigas chamam isso de obsessão, dizem que isso já não é mais amor, e elas tem razão, não é amor, é muito mais que isso.

Um comentário:

O que se passa aqui dentro... disse...

Menina... Que coisa linda, é incrível o poder do amor...